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Fim de Ano

Após 7 meses chegamos ao final da história. A Escolha Certa foi muito bom de se escrever; também foi minha primeira experiência com romance, espero que vocês tenham gostado, aos poucos vou melhorando. Durante os próximos dias estarei ausente preparando uma nova história e, a partir de Janeiro de 2010, você poderá conferi-la aqui. Tenham todos um ano abençoado na presença de Deus.

Capítulo Vinte e Dois - O Casamento | Parte 2

[...] - Sônia?! Sônia estava parada na porta da sala. Pedro ficou espantado com aquela visita, achou que não passava de um mal entendido, que estava vendo coisas por causa do nervosismo. Virou-se mais uma vez para o espelho para ver o reflexo, depois voltou a encará-la. Não era mentira, Sônia estava ali, parada à sua frente. - O que você está fazendo aqui? - Desculpe-me Pedro! Correu e beijou-o. - Quando fui embora, percebi que tinha cometido o maior erro da minha vida. Pensei em voltar, mas não tive condições. Recentemente descobri que você iria casar, então voltei, não posso permitir que isso ocorra. Eu te amo. – e deu outro beijo. Pedro empurrou-a afastando-a de si. A presença de Sônia tornou a situação complicada, ficou mais nervoso. - Por favor, perdoe-me! Eu errei e estou aqui para consertar o erro. Pedro não sabia o que dizer. Ainda sentia aquele desejo por Sônia, mas amava Ana. - Você não vai dizer nada? - Sinto muito Sônia. Quando você me deixou fiquei arrasado, mas aquilo me ...

Capítulo Vinte e Dois - O Casamento | Parte 1

Pedro só tinha a agradecer. A empresa crescera muito, seus amigos estavam ao seu lado, passou a conviver mais com sua mãe e vivia um grande amor. Tudo ia muito bem. Aguardava ansioso pelo novo dia, curioso com as surpresas que com ele viria. Os funcionários, durante alguns meses, causaram problemas, mas Pedro conseguiu resolver a situação, mesmo tendo que demitir alguns e fazer uma nova seleção para substituí-los. Um ano havia se passado desde que começou seu namoro com Ana. No dia do aniversário queria fazer uma surpresa, mas usando o exemplo de Sônia, tomaria mais cuidado. Os dois estavam muito felizes juntos, muito mais do que quando estava com Sônia, então achou que seria a hora de pedi-la em casamento. Diferente da primeira, Marta e Nathan apoiaram sua decisão, deram conselhos e estavam dispostos a ajudar. Através de amigos, descobriu que no domingo do aniversário, ela estaria de plantão, com a ajuda dos mesmos, conseguiu mudar o horário do plantão. Ana tinha um consultório e não ...

Capítulo Vinte e Um - A Caminhada | Parte 2

[...] Pedro, antes mesmo de sentar-se, convidou-a para dançar. Apesar da timidez, aceitou seu convite. A pista de dança estava cheia, mas conseguiram encontrar uma brecha. A música estava animada e os dois dançaram muito. Ana estava se divertindo muito e Pedro estava feliz por está ali com ela. Após alguns minutos de dança, os dois voltaram à mesa. - Obrigada Pedro! - Pelo quê? - Por ajudar-me a divertir-me tanto. Pedro riu. Ana tinha razão, eles estavam se divertindo muito. Alguns conhecidos de Pedro sentaram-se com eles e ficaram conversando. Pedro os conhecia de negócios que tinham feito, Ana ria com as piadas contadas por alguns, outros eram mais sérios, mas também tinham uma piada a contar. Já estava um pouco tarde quando os dois se retiraram. Saindo dali foram caminhar um pouco, perto daquele local havia um parque. Ana, apesar de estar cansada, parecia muito feliz, tinha se divertido, devido à profissão, ficara sem tempo para festejar. - Ana. Quando estávamos no hospital, aquele…...

Capítulo Vinte e Um - A Caminhada | Parte 1

Pedro, já em sua casa, refletia nos últimos acontecimentos de sua vida. As últimas semanas deixaram-no atordoado, mas a ida à sua cidade natal transformara tudo. Enquanto pensava como seu padrasto estaria, algo atormentava ainda mais. O beijo recebido. Naquele momento de aflição, um simples beijo deu-lhe forças para permanecer com a decisão. Jantando, junto com Nathan, pensou em comentar o ocorrido. Nathan, depois que chegaram, ficou calado. Parecia estar triste, mas poderia ser cansaço da viagem, as horas dentro de um carro, apesar de prazeroso, eram cansativas. Como o amigo estava calado, decidiu respeitá-lo, durante tantas vezes fizera o mesmo quando estava pensando em seus problemas. Foi dormir, naquela noite, sem falarem nada, a última vez em que falaram, foi dentro do carro. O sol brilhava fortemente do lado de fora da casa. Pedro acordou com a luz, que entrava pela janela, batendo em seu rosto. Arrumou-se e desceu para tomar o café, Nathan estava terminando o seu, quando Pedro s...

Capítulo Vinte - A Decisão | Parte 2

[...] Antes mesmo de o sol nascer Pedro já estava de pé. Sozinho foi tomar seu café da manhã, mas antes de terminá-lo, Nathan apareceu. Em silêncio fizeram sua refeição. Pedro esperou seu amigo terminar para levantar-se. Os dois saíram de carro, Pedro levou-os a uma rua estreita, com casas iguais, mantendo o estilo do tempo colonial. Quase na metade da rua, parou e desceu. Nathan, sem saber onde estava, acompanhou-o. Pedro foi até a porta e bateu, mas ninguém respondia. Continuou batendo, mas não tinha resposta. Olhava para os lados procurando alguém, a rua parecia deserta. - Onde estamos? - Foi aqui onde tudo começou. Os dois estavam em frente à casa dos pais de Pedro. - Eles não estão. – viraram-se e uma mulher apareceu na janela da casa em frente. – Estão no hospital. Há uma semana Samuel piorou, estão aguardando sua morte. - Obrigado. Pedro correu para o carro com Nathan, imediatamente dirigiu-se para o hospital, será que tinham chegado tarde de mais? O hospital ficava do outro lad...

Capítulo Vinte - A Decisão | Parte 1

Pedro sentia-se mais aliviado. Compartilhar sua angustia com os amigos foi a melhor coisa feita. Agora teria que tomar uma decisão. Ir a sua cidade natal e ajudar como pudesse seu padrasto ou ficar esquecendo a carta sabendo que ele morreria. Devido ao tempo em que tinha ficado conversando, tiveram que deixar o resto daquela conversa para mais tarde, combinou com os três amigos para irem à sua casa. Voltou para a empresa junto com Nathan. Ana iria ao hospital para atender alguns pacientes, mas à noite estaria livre. Por estar mais calmo, desenvolveu seu trabalho tranquilamente. Não tinha muito que fazer, a empresa passava por um bom momento e os problemas estavam ficando quase extintos. Passar o tempo foi muito fácil. À noite, voltou para sua casa antes dos três, queria arrumá-la e preparar algo para comerem. Estava terminando o jantar quando Nathan chegou trazendo Marta. Ana foi a última a chegar, devido ao número de pacientes atendidos naquela tarde. Todos reunidos à mesa, comeram pr...