Após duas noites, finalmente Pedro conseguiu dormir. Era muito bom poder relaxar e descansar de tudo. Apesar de durante a noite acordar assustado com os pesadelos, aquelas poucas horas de sono já tinham sido suficiente para mantê-lo mais ativo. Mesmo tendo combinado com seus pais, nunca mais tinha entrado em contato com eles, havia se trancado em casa, isolando-se do mundo.
Às oito horas da manhã, sua mãe sempre ligava, porém, ele não atendia. Contudo, devido a estar mais relaxado, quando o telefone tocou, não sabia o que fazer. Tinha medo de não ser sua mãe dessa vez e ter que encarar a realidade. Nesses dois dias havia faltado no trabalho e alguns companheiros também costumavam ligar para saber onde ele estava.
- Alô?
- Filho? Graças a Deus você atendeu!
- Oi mãe.
- Meu filho, como você está?
- Estou bem, hoje estou melhor, talvez eu passe aí na sua casa ainda hoje.
- Fico feliz em ouvir isso, venha, precisamos conversar, você precisar sair, levar sol, ar puro, se não ficará mais doente.
Pedro decidiu sair de casa, ainda estava sofrendo muito. Quando foi ao banheiro e os primeiros pingos da água do chuveiro tocaram seu corpo, fechou os olhos e, pela primeira vez após todos aqueles dias, sorriu. Enquanto tomava banho, veio a sua mente uma imagem que não pensava há alguns dias. Lembrou-se de sua amante e dos maravilhosos momentos que passaram juntos.
O mais rápido que pode ele se arrumou e, ao invés de ir para a casa de seus pais, decidiu ir até a casa de sua amante. Parou o carro em frente e ficou pensativo. Qual seria sua reação ao reencontrá-la? Quando olhou pelo retrovisor, viu-a se aproximando com algumas sacolas, escondeu-se para ela não vê-lo, mas a moça ficou desconfiada ao ver um carro parado em frente à sua casa.
Após alguns minutos que ela havia entrado, decidiu encará-la. Desceu do carro e dirigiu-se até a porta. Tocou a campainha e, para sua surpresa, ninguém veio atender. Continuou insistindo e nada. Apertou mais algumas vezes e, como não apareceu ninguém, desistiu. Estava se aproximando do carro quando ouviu a porta se abrir, ao se virar, viu-a surpresa.
- Pedro?
- Olá Maria!
Maria era uma pessoa linda, seus cabelos longos pareciam um véu que cobriam sua pureza. Seu rosto tinha traços finos que lhe davam um ar jovial. Seus olhos se iluminavam com o sol. Pedro, ao vê-la, abriu um largo sorriso e correu para encontrá-la.
- O que você está fazendo aqui?
- Vim lhe ver…
- Após tanto tempo?
- Tanto tempo? Só foram alguns dias!
- Alguns dias? Você tem noção de quanto tempo que nós não nos vemos?
- Pelos meus cálculos, um mês no máximo.
- Um mês?! – Maria riu. – Já tem um ano que você não aparece e nem dá notícias. Desde que decidiu se casar você me deixou, lembra-se?
- Não lembrava que fazia tanto tempo…
- E o seu casamento? Como está?
Pedro ficou cabisbaixo.
- Minha esposa foi assinada no dia do casamento, tem alguns dias apenas.
Maria ficou chocada, não saiba se o abraçava ou permanecia imóvel, então decidiu ficar do jeito que estava.
- Sinto muito Pedro, você deve estar arrasado.
- Não se preocupe, já estou melhor, estou aqui com você…
- Não venha tentar que voltemos, você me deixou para ficar com ela, nós éramos felizes, você optou por ela, agora sofra as consequências.
- Eu não quero voltar com você, apenas vamos nos encontrar, hoje à noite, o que você vai fazer?
Após muito insistir, Pedro conseguiu convencer Maria para saírem. Combinaram de ir ao shopping apenas para lanchar e colocar a conversa em dia. Ao sair dali, foi depressa para a casa de seus pais para o mais breve possível voltar para casa e arrumar-se para seu “encontro”. Antes mesmo de parar o carro, sua mãe, que estava espiando pela janela, veio ao seu encontro.
- Pedro, meu filho, que bom é lhe ver.
- Olá mãe! Também é bom lhe ver.
- Venha, entre!
Os dois entraram na casa. Pedro sentiu-se muito confortável, ao passar pela porta, veio a sua mente várias lembranças de sua infância. Após pedir Susana em casamento, não teve mais tempo de visitá-los, só arrumando os preparativos para a festa. Na maioria das vezes, comunicavam-se através do celular e em rápidos encontros. Seu pai saiu do escritório e deu-lhe um abraço e os três se sentaram.
- Como você tem passado?
- Estou bem, pai, os primeiros dias foram difíceis, mas já estou melhor. Isso tudo me ajudou a ver o quanto eu a amava e o quanto estou arrependido de tudo de errado que a fiz.
- Não se preocupe com isso, meu filho, agora é passado. Sei que é difícil, mas sua vida precisa continuar.
- Eu sei mãe, e já estou providenciando isso. – falou com um sorriso sarcástico.
- O que você está aprontando?
- Eu irei sair com Maria.
- O quê?! Com a Maria?! Logo ela! Por que você vai fazer isso?!
Sua mãe parecia muito chateada, seu pai, apesar de ter ficado calado, demonstrou muita indagação.
- Eu gosto da Maria, e acho que podemos ter alguma chance juntos.
- Alguma chance juntos… está ouvindo isso Péricles? Alguma chance…
- Filho, sua mãe tem razão, ficamos felizes em vê-lo tentar novamente a viver, pensávamos que tinha desistido, mas com a Maria…
Por mais que Pedro falasse, não conseguia convencer seus pais de sua decisão. Mesmo marcando um encontro com Maria, não esperava muita coisa dela, não. Esperava apenas conversar e, em último caso, tentar reatar um relacionamento que acabara há muito tempo e era uma traição. Quando os dois começaram a se relacionar, Pedro já estava com Susana.
Saindo da casa de seus pais, correu para sua casa, precisa se arrumar, já era noite e estava quase na hora de se encontrar com Maria. Com um bom banho, escolheu uma boa roupa e passou muito perfume. Parecia um adolescente em seu primeiro encontro. Antes de sair, olhou-se várias vezes no espelho, procurando algum defeito que ainda teria tempo de consertar.
Como havia combinado, foi diretamente para o shopping, Maria não queria que ele fosse buscá-la. Como havia chegado cedo, ficou dando voltas pelo estabelecimento, entrando em uma loja ou outra, precisa se distrair para disfarçar o nervosismo que estava sentindo. Ao se aproximar a hora, acelerou os passos para chegar ao local combinado.
Maria chegou com uma amiga, e essa amiga carregava uma criança. Pedro, dirigindo-se a ela, cumprimentou as duas e brincou com a criança. Maria se despediu da amiga, que foi para uma loja de jogos para crianças, enquanto que o casal seguiu para o lado oposto, em direção à praça de alimentação.
Ao escolher o que comer, e fazer o pedido, sentaram-se na primeira mesa que encontraram vazia. O shopping estava muito cheio e parecia que estava todo concentrado na praça de alimentação. Maria parecia estar desconfortada, Pedro olhava-a, mas tinha receio ao falar, temia falar algo desagradável e perder sua única chance com ela.
- Como você tem passado?
- Foi difícil após nós terminarmos. Muita coisa mudou em minha vida, mas consegui superar todas as dificuldades.
- Que bom. Quem era aquela que estava com você?
- É uma amiga muito querida, que ajudou-me quando mais precisei, dando-me até onde ficar nos primeiros meses.
- É lindo o filho dela.
Maria riu sem graça. Enquanto os dois estavam conversando, Pedro avistou de longe Pâmela vindo em sua direção. Estava com umas amigas, não parecia tê-lo visto, conversava com elas distraidamente. Sua fisionomia parecia estar mais tranquila. Pedro tentou se esconder, Maria notou e olhou para onde ele olhava.
- Quem é?
- A mãe de Susane.
- Onde ela está?
Antes mesmo que Pedro pudesse responder, Pâmela o viu, seu rosto pálido mudou para surpresa e raiva. Passando por todos os que transitavam chegou até onde estava o casal. Olhou furiosa para Pedro, quando olhou com quem ele estava, ficou vermelha. Suas amigas, apressadamente, vieram para junto dela.
- Nem espera minha filha esfriar e já está saindo com outra; ainda mais com essa aí…
- Senhora…
- Não diga nada! Ainda fica em casa “sofrendo” pela morte dela. Com certeza estava no quarto com essa prostituta.
Maria ficou calada, sentia-a humilhada e envergonhada, mas não queria provocar mais confusão. Pedro tentou falar diversas vezes, contudo, Pâmela não permitiu. Todos ao redor notaram a confusão e ficaram olhando. Após dizer tudo o que sentia, Pâmela se retirou e Pedro não conseguiu perguntar como estava seu marido, Diego.
- Desculpas por isso…
- Sabia que não deveria ter aceitado o convite. Sabia que algo de errado iria acontecer. Melhor eu ir embora.
Maria se levantou, porém, Pedro segurou em seu braço impedindo-a de se retirar. Pedro conseguiu convencê-la a ficar. Mesmo envergonhada, Maria sentou e continuou a conversa com o rapaz. Após terminarem o lanche, levantaram-se e caminharam, quando chegaram à loja onde a amiga de Maria estava, pararam para encontrar-se com ela.
Sua amiga, passado alguns minutos, apareceu com a criança. Maria o pegou e ficou conversando com ele. Pedro ficou muito admirado com o carinho demonstrado por Maria que até pegou o garoto no colo e brincou com o mesmo.
- Desculpe-me, mas uma vez, pelo que aconteceu.
- Não se preocupe Pedro, a culpa não foi sua. – disse Maria ao pegar o menino de volta. – Eu me diverti…
- Espero nos encontrarmos novamente.
- Quem sabe…
Às oito horas da manhã, sua mãe sempre ligava, porém, ele não atendia. Contudo, devido a estar mais relaxado, quando o telefone tocou, não sabia o que fazer. Tinha medo de não ser sua mãe dessa vez e ter que encarar a realidade. Nesses dois dias havia faltado no trabalho e alguns companheiros também costumavam ligar para saber onde ele estava.
- Alô?
- Filho? Graças a Deus você atendeu!
- Oi mãe.
- Meu filho, como você está?
- Estou bem, hoje estou melhor, talvez eu passe aí na sua casa ainda hoje.
- Fico feliz em ouvir isso, venha, precisamos conversar, você precisar sair, levar sol, ar puro, se não ficará mais doente.
Pedro decidiu sair de casa, ainda estava sofrendo muito. Quando foi ao banheiro e os primeiros pingos da água do chuveiro tocaram seu corpo, fechou os olhos e, pela primeira vez após todos aqueles dias, sorriu. Enquanto tomava banho, veio a sua mente uma imagem que não pensava há alguns dias. Lembrou-se de sua amante e dos maravilhosos momentos que passaram juntos.
O mais rápido que pode ele se arrumou e, ao invés de ir para a casa de seus pais, decidiu ir até a casa de sua amante. Parou o carro em frente e ficou pensativo. Qual seria sua reação ao reencontrá-la? Quando olhou pelo retrovisor, viu-a se aproximando com algumas sacolas, escondeu-se para ela não vê-lo, mas a moça ficou desconfiada ao ver um carro parado em frente à sua casa.
Após alguns minutos que ela havia entrado, decidiu encará-la. Desceu do carro e dirigiu-se até a porta. Tocou a campainha e, para sua surpresa, ninguém veio atender. Continuou insistindo e nada. Apertou mais algumas vezes e, como não apareceu ninguém, desistiu. Estava se aproximando do carro quando ouviu a porta se abrir, ao se virar, viu-a surpresa.
- Pedro?
- Olá Maria!
Maria era uma pessoa linda, seus cabelos longos pareciam um véu que cobriam sua pureza. Seu rosto tinha traços finos que lhe davam um ar jovial. Seus olhos se iluminavam com o sol. Pedro, ao vê-la, abriu um largo sorriso e correu para encontrá-la.
- O que você está fazendo aqui?
- Vim lhe ver…
- Após tanto tempo?
- Tanto tempo? Só foram alguns dias!
- Alguns dias? Você tem noção de quanto tempo que nós não nos vemos?
- Pelos meus cálculos, um mês no máximo.
- Um mês?! – Maria riu. – Já tem um ano que você não aparece e nem dá notícias. Desde que decidiu se casar você me deixou, lembra-se?
- Não lembrava que fazia tanto tempo…
- E o seu casamento? Como está?
Pedro ficou cabisbaixo.
- Minha esposa foi assinada no dia do casamento, tem alguns dias apenas.
Maria ficou chocada, não saiba se o abraçava ou permanecia imóvel, então decidiu ficar do jeito que estava.
- Sinto muito Pedro, você deve estar arrasado.
- Não se preocupe, já estou melhor, estou aqui com você…
- Não venha tentar que voltemos, você me deixou para ficar com ela, nós éramos felizes, você optou por ela, agora sofra as consequências.
- Eu não quero voltar com você, apenas vamos nos encontrar, hoje à noite, o que você vai fazer?
Após muito insistir, Pedro conseguiu convencer Maria para saírem. Combinaram de ir ao shopping apenas para lanchar e colocar a conversa em dia. Ao sair dali, foi depressa para a casa de seus pais para o mais breve possível voltar para casa e arrumar-se para seu “encontro”. Antes mesmo de parar o carro, sua mãe, que estava espiando pela janela, veio ao seu encontro.
- Pedro, meu filho, que bom é lhe ver.
- Olá mãe! Também é bom lhe ver.
- Venha, entre!
Os dois entraram na casa. Pedro sentiu-se muito confortável, ao passar pela porta, veio a sua mente várias lembranças de sua infância. Após pedir Susana em casamento, não teve mais tempo de visitá-los, só arrumando os preparativos para a festa. Na maioria das vezes, comunicavam-se através do celular e em rápidos encontros. Seu pai saiu do escritório e deu-lhe um abraço e os três se sentaram.
- Como você tem passado?
- Estou bem, pai, os primeiros dias foram difíceis, mas já estou melhor. Isso tudo me ajudou a ver o quanto eu a amava e o quanto estou arrependido de tudo de errado que a fiz.
- Não se preocupe com isso, meu filho, agora é passado. Sei que é difícil, mas sua vida precisa continuar.
- Eu sei mãe, e já estou providenciando isso. – falou com um sorriso sarcástico.
- O que você está aprontando?
- Eu irei sair com Maria.
- O quê?! Com a Maria?! Logo ela! Por que você vai fazer isso?!
Sua mãe parecia muito chateada, seu pai, apesar de ter ficado calado, demonstrou muita indagação.
- Eu gosto da Maria, e acho que podemos ter alguma chance juntos.
- Alguma chance juntos… está ouvindo isso Péricles? Alguma chance…
- Filho, sua mãe tem razão, ficamos felizes em vê-lo tentar novamente a viver, pensávamos que tinha desistido, mas com a Maria…
Por mais que Pedro falasse, não conseguia convencer seus pais de sua decisão. Mesmo marcando um encontro com Maria, não esperava muita coisa dela, não. Esperava apenas conversar e, em último caso, tentar reatar um relacionamento que acabara há muito tempo e era uma traição. Quando os dois começaram a se relacionar, Pedro já estava com Susana.
Saindo da casa de seus pais, correu para sua casa, precisa se arrumar, já era noite e estava quase na hora de se encontrar com Maria. Com um bom banho, escolheu uma boa roupa e passou muito perfume. Parecia um adolescente em seu primeiro encontro. Antes de sair, olhou-se várias vezes no espelho, procurando algum defeito que ainda teria tempo de consertar.
Como havia combinado, foi diretamente para o shopping, Maria não queria que ele fosse buscá-la. Como havia chegado cedo, ficou dando voltas pelo estabelecimento, entrando em uma loja ou outra, precisa se distrair para disfarçar o nervosismo que estava sentindo. Ao se aproximar a hora, acelerou os passos para chegar ao local combinado.
Maria chegou com uma amiga, e essa amiga carregava uma criança. Pedro, dirigindo-se a ela, cumprimentou as duas e brincou com a criança. Maria se despediu da amiga, que foi para uma loja de jogos para crianças, enquanto que o casal seguiu para o lado oposto, em direção à praça de alimentação.
Ao escolher o que comer, e fazer o pedido, sentaram-se na primeira mesa que encontraram vazia. O shopping estava muito cheio e parecia que estava todo concentrado na praça de alimentação. Maria parecia estar desconfortada, Pedro olhava-a, mas tinha receio ao falar, temia falar algo desagradável e perder sua única chance com ela.
- Como você tem passado?
- Foi difícil após nós terminarmos. Muita coisa mudou em minha vida, mas consegui superar todas as dificuldades.
- Que bom. Quem era aquela que estava com você?
- É uma amiga muito querida, que ajudou-me quando mais precisei, dando-me até onde ficar nos primeiros meses.
- É lindo o filho dela.
Maria riu sem graça. Enquanto os dois estavam conversando, Pedro avistou de longe Pâmela vindo em sua direção. Estava com umas amigas, não parecia tê-lo visto, conversava com elas distraidamente. Sua fisionomia parecia estar mais tranquila. Pedro tentou se esconder, Maria notou e olhou para onde ele olhava.
- Quem é?
- A mãe de Susane.
- Onde ela está?
Antes mesmo que Pedro pudesse responder, Pâmela o viu, seu rosto pálido mudou para surpresa e raiva. Passando por todos os que transitavam chegou até onde estava o casal. Olhou furiosa para Pedro, quando olhou com quem ele estava, ficou vermelha. Suas amigas, apressadamente, vieram para junto dela.
- Nem espera minha filha esfriar e já está saindo com outra; ainda mais com essa aí…
- Senhora…
- Não diga nada! Ainda fica em casa “sofrendo” pela morte dela. Com certeza estava no quarto com essa prostituta.
Maria ficou calada, sentia-a humilhada e envergonhada, mas não queria provocar mais confusão. Pedro tentou falar diversas vezes, contudo, Pâmela não permitiu. Todos ao redor notaram a confusão e ficaram olhando. Após dizer tudo o que sentia, Pâmela se retirou e Pedro não conseguiu perguntar como estava seu marido, Diego.
- Desculpas por isso…
- Sabia que não deveria ter aceitado o convite. Sabia que algo de errado iria acontecer. Melhor eu ir embora.
Maria se levantou, porém, Pedro segurou em seu braço impedindo-a de se retirar. Pedro conseguiu convencê-la a ficar. Mesmo envergonhada, Maria sentou e continuou a conversa com o rapaz. Após terminarem o lanche, levantaram-se e caminharam, quando chegaram à loja onde a amiga de Maria estava, pararam para encontrar-se com ela.
Sua amiga, passado alguns minutos, apareceu com a criança. Maria o pegou e ficou conversando com ele. Pedro ficou muito admirado com o carinho demonstrado por Maria que até pegou o garoto no colo e brincou com o mesmo.
- Desculpe-me, mas uma vez, pelo que aconteceu.
- Não se preocupe Pedro, a culpa não foi sua. – disse Maria ao pegar o menino de volta. – Eu me diverti…
- Espero nos encontrarmos novamente.
- Quem sabe…
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